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Aprenda as cinco chaves essenciais para escolher a forrageira ideal para sua propriedade. Guia prático de Don Germano sobre drenagem do solo, topografia, tipo de animal e sistema produtivo.
A escolha da forrageira é uma das decisões mais importantes dentro da pecuária. Diferente de culturas anuais, a pastagem acompanha o produtor por muitos anos e influencia diretamente:
a produtividade do rebanho,
o custo por arroba produzida,
a longevidade do sistema,
e a sustentabilidade da fazenda.
Com sua experiência prática e linguagem simples, Don Germano resume em cinco pontos essenciais tudo o que um técnico ou produtor deve observar ao chegar em uma propriedade para definir o diagnóstico correto e escolher o pasto ideal.
Trata-se de um protocolo direto, fácil de aplicar e com enorme impacto no sucesso produtivo.
O primeiro passo é entender como a água se comporta no terreno.
Solos bem drenados:
Existe uma ampla oferta de forrageiras adaptadas.
Solos pesados, úmidos ou com encharcamentos temporários:
As opções se reduzem significativamente.
Nessas condições, as forrageiras humidícolas são praticamente as únicas gramíneas tropicais capazes de garantir bom desempenho e estabilidade produtiva.
Dica de Don Germano:
👉 Onde a água permanece por muito tempo, a forrageira precisa ser escolhida com ainda mais critério.
A inclinação do terreno influencia diretamente a escolha do pasto.
Terrenos inclinados:
Priorize gramíneas decumbentes, que cobrem melhor o solo e reduzem os riscos de erosão.
Evite espécies que formam touceiras (“tusas”), pois deixam áreas descobertas.
Terrenos planos:
A maioria das forrageiras apresenta bom desempenho.
Lembrete importante de Don Germano:
Nunca utilize monocultivo em toda a propriedade.
A diversificação de pastagens em piquetes alternados reduz riscos e melhora a dieta dos animais.
Cada espécie animal pasteja de forma diferente, e isso deve orientar a escolha da forrageira.
Bovinos:
Consomem principalmente a parte superior das plantas.
→ Indique gramíneas de porte alto, com meristema apical mais distante do solo.
Equinos, ovinos e caprinos:
Pastejam muito próximos à superfície do solo.
→ Opte por forrageiras baixas, adaptadas ao consumo intenso rente ao chão.
Escolher o pasto sem considerar o tipo de animal pode comprometer o rebrote e a persistência da pastagem.
A vegetação natural da área é um dos indicadores mais confiáveis das condições do solo.
Ela revela informações importantes como:
drenagem,
fertilidade,
umidade,
tipo de solo.
Observar as plantas que já se desenvolvem naturalmente no local ajuda a evitar erros e indica qual forrageira terá maior adaptação e longevidade.
O sistema de exploração define o nível de exigência da forrageira.
Sistema extensivo:
Priorize gramíneas rústicas, tolerantes a manejos menos intensivos e a menores níveis de insumos.
Sistema intensivo:
Escolha materiais de alto potencial produtivo, mais exigentes, porém com grande resposta quando bem manejados.
A forrageira deve estar alinhada à realidade operacional da fazenda — e não a um modelo idealizado.
“Este é um protocolo simples, mas muito poderoso.
A escolha da forrageira pode parecer complexa, com muitas variáveis.
No entanto, seguindo essas cinco chaves, o produtor já tem um caminho claro, seguro e com grande probabilidade de acertar na decisão do pasto ideal.”
A escolha correta da forrageira começa com observação, diagnóstico e coerência entre solo, clima, animal e sistema produtivo.
Seguindo as Cinco Chaves de Ouro de Don Germano, o produtor reduz riscos, aumenta a eficiência do manejo e constrói pastagens mais produtivas e duráveis.
SGM Seeds — Quem conhece, nos escolhe.
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